Darwinismo a religião dos materialistas.

Em 1993, o professor de direito Phillip Johnson da Califórnia convidou um grupo pequeno de cientistas e filósofos oriundos de vários centros de pesquisa importantes, como o MIT. Eles questionaram a ideia que domina a ciência desde 1859, o evolucionismo darwinista. Eram os professores Dr. Paul A. Nelson (filósofo da biologia), Dr. Dean H. Kenson (Biólogo ex-evolucionista), Dr. Michael G. Behe (Bioquímico), Dr. Stephen C. Meyer. Eles aceitaram o desafio de examinar as evidências da origem da vida, sem uma teoria pré-estabelecida.
Estes cientistas buscaram produzir uma teoria mais científica que a de Darwin, uma vez que essa, absolutamente, não explica a origem da vida. Darwin afirmou que a evolução da vida era devido a causas puramente naturais como o tempo, o acaso e um mecanismo que chamou de seleção natural.
Antes de Darwin, cientistas como Newton, Kepler e filósofos como Platão, acreditavam que a vida era oriunda de um projeto ou plano. A ideia de Darwin provocou uma profunda mudança na ideia científica. Ele deu uma ideia plausível, mas sem evidência de que em períodos longos de tempo a vida surgiria ao acaso e evoluiria naturalmente. Apesar de Darwin não ser ateu, sua teoria se tornou a pedra fundamental do materialismo científico, pois dispensa a necessidade plano ou projeto.
A ideia da melhoria genética passada de geração a geração se tornou atraente (especialmente para os ateus e materialistas), pois toda a diversidade da vida existente, seria explicada sem necessidade de uma inteligência ou projeto (foi a teoria perfeita para excluir o transcendente da ciência).
Porém a conclusão dos cientistas reunidos na Califórnia é de que a vida é um projeto, não existindo possibilidade de ter surgido por acaso ou mesmo evoluído por seleção natural. Esta conclusão tem sido combatida por darwinistas, como uma religião defende seus dogmas mais sagrados.
O Darwinismo, apesar de contrário a própria ciência materialista, da qual é base, transformou-se num verdadeiro dogma que deve ser aceito, por todo aquele que queira ter o direito de se chamar cientista. Na prática se tornou uma nova religião defendida pelos materialistas e ateus mais radicais.
Finalmente é preciso esclarecer que o darwinismo não pode ser provado nem refutado, por isto mesmo não pode ser enquadrado como uma teoria científica, no máximo como metafísica, e como metafísica só pode ser classificada como religião e não como ciência. Assim defendo que devemos fazer uma escolha: ou a ciência aceita investigar o transcendente, ou retira de seu escopo teorias metafísicas como a teoria de Darwin.

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