IDENTIDADE DE GÊNERO – A DESTRUIÇÃO DA FAMÍLIA E DA SOCIEDADE.

Muitas pessoas estão confusas com esta aberração chamada “identidade de gênero”, pois a expressão foi cunhada propositalmente para causar confusão e virar lei antes que qualquer um tenha entendido. Atualmente, tanto na lei como na língua portuguesa, gênero se refere ao masculino e ao feminino. Por exemplo o homem é do gênero masculino assim como um lápis ou um ventilador. Por outro lado uma cadeira é do gênero feminino assim como uma mesa ou uma janela.
Então por que a confusão? Porque existe uma ideologia, por traz desta manobra que visa liberar a promiscuidade através de lei e, assim, conseguir o objetivo último que é destruir a estrutura familiar. Para que este intento seja alcançado existe uma lei no Congresso Nacional que visa redefinir a palavra gênero através da definição de “identidade de gênero” que segundo o PL 5002/2013, de autoria de Jean Willis (PSOL-RJ) e Érica Kokay (PT-DF), tem a seguinte definição: “Artigo 2º – Entende-se por identidade de gênero a vivência interna e individual do gênero tal como cada pessoa o sente, a qual pode corresponder ou não com o sexo atribuído após o nascimento, incluindo a vivência pessoal do corpo.”.
Esta lei sendo aprovada todos seremos obrigados a aceitar esta nova definição que poderá incluir, além da mudança da definição de gênero, a inclusão da proteção de práticas criminosas como a pedofilia (sexo com crianças), incesto (sexo entre pais e filhos), etc. Por mais bizarro que possa parecer (um amigo me xingou dizendo que eu estava mentindo quando afirmei isto) é exatamente isto que a aprovação da lei da identidade de gênero poderá nos trazer.
O golpe mais covarde e maligno que esta legislação poderá nos trazer será a obrigatoriedade do ensino destas práticas como normais a nossos filhos, desde a infância nas escolas (a partir dos 5 anos), mesmo contra a vontade dos pais. Na Europa, onde vários países já aprovaram leis parecidas, pais e mães estão sendo presos quando se recusam a deixar seus filhos assistirem as aulas de educação sexual (especialmente a definição de gênero como construção social e não biológica).
Nossas crianças poderão ser as vítimas de nossa omissão, não apenas em nossa cidade, mas em todo o país. Se quisermos fazer alguma coisa devemos começar imediatamente a pressionar os deputados e senadores para recusarem esta lei iníqua.

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